Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Público
Intervenção 
Cognitivo-
Comportamental:
Enfoque e 
Procedimentos 
Práticos
Por Fernanda Santos
Conceitualização 
cognitiva
Público
Sou capaz
Sou atraente
Posso conseguir o que quero
Sou capaz de entender 
problemas e resolvê-los. 
Exemplos 
de 
autoconceit
os positivos 
Público
Sou fraco, 
Sou inferior, 
Sou detestável, 
Não sou capaz de fazer nada 
direito. 
Exemplo de 
autoconceitos 
negativos ou 
autodepreciati
vosEsses autoconceitos negativos emergem 
com grande força na depressão.
Público
Os núcleos dos autoconceitos positivos e 
negativos determinam a direção da autoestima 
do indivíduo. 
Quando os autoconceitos positivos são 
ativados os indivíduos se julgam de modo mais 
favorável ou seja vivenciam um aumento de sua 
autoestima.
O papel da auto estima é central na 
depressão.
Público
Público
Funções da Conceituação 
Público
A conceitualização 
de caso sintetiza a 
experiência do 
cliente, a teoria e a 
pesquisa 
pertinentes em TCC. 
Ideias teóricas são integradas à pesquisa e aos 
aspectos-chave da história pessoal do paciente, 
sua situação de vida atual, suas crenças e a 
forma como lida com as situações.
Público
A conceitualização 
de caso sintetiza a 
experiência do 
cliente, a teoria e a 
pesquisa 
pertinentes em TCC. 
A teoria e a pesquisa baseadas em evidências 
garantem que o melhor conhecimento 
disponível informe a nossa compreensão 
emergente das dificuldades presentes.
Público
A conceitualização de 
caso normaliza os 
problemas 
apresentados pelos 
clientes e é validante
A conceitualização de caso descreve os problemas em 
uma linguagem construtiva e ajuda os clientes a 
entenderem como os problemas se mantêm.
A normalização das dificuldades que os clientes 
apresentam em terapia pode despertar esperança, 
ajudá-los a verem a relevância pessoal do modelo 
cognitivo e oferece uma oportunidade de mudança.
Público
A conceitualização 
de caso promove o 
engajamento do 
cliente.
O engajamento na TCC é um pré-requisito 
para a mudança. 
A conceitualização de caso 
frequentemente gera curiosidade e 
interesse, o que conduz a um 
engajamento por parte do cliente. 
Público
A conceitualização 
de caso promove o 
engajamento do 
cliente.
A maioria dos clientes gosta da 
conceitualização de caso porque ela 
oferece uma sensação de domínio das 
dificuldades e sugere caminhos para 
alcançar os objetivos.
Público
A conceitualização de caso 
pode fazer com que 
inúmeros problemas 
complexos pareçam mais 
possíveis de serem 
manejados pelos clientes e 
terapeutas.
Um terapeuta descreveu isto como o processo de 
“transformar a grande confusão em alguma coisa 
mais palatável”. 
Público
A conceitualização de caso 
pode fazer com que 
inúmeros problemas 
complexos pareçam mais 
possíveis de serem 
manejados pelos clientes e 
terapeutas.
Um cliente descreveu como: “Todas estas peças 
do quebra-cabeça agora se encaixam”.
Público
A conceitualização de 
caso orienta a escolha, o 
foco e a sequência das 
intervenções.
Quando terapeuta e cliente concordam em 
uma conceitualização, pode então ser 
formulada uma justificativa clara para que 
sejam seguidas determinadas abordagens 
terapêuticas.
Público
A conceitualização de 
caso orienta a escolha, o 
foco e a sequência das 
intervenções.
O desenvolvimento de conceitualizações do 
caso fornece o mapa do caminho para ajudar 
terapeuta e cliente a decidirem juntos quais 
as melhores rotas em direção aos objetivos da 
terapia.
Público
A conceitualização 
de caso pode 
identificar os pontos 
fortes e sugerir 
formas de ajudar a 
desenvolver a 
resiliência do 
cliente.Ela proporciona uma descrição e 
compreensão da pessoa como um 
todo, não apenas dos pontos 
problemáticos.
Público
A conceitualização 
de caso pode 
identificar os pontos 
fortes e sugerir 
formas de ajudar a 
desenvolver a 
resiliência do 
cliente.Um foco nos pontos fortes amplia os resultados 
potenciais da terapia, o alívio do sofrimento e a 
retomada do funcionamento normal para a melhoria 
da qualidade de vida do cliente e para o 
fortalecimento da sua resiliência.
Público
A conceitualização de 
caso frequentemente 
sugere as intervenções 
com maior relação 
custo-benefício.
Uma abordagem de conceitualização de caso pode 
propiciar isso quando ajuda terapeutas e clientes a 
escolherem a forma mais eficiente de trabalhar em 
direção aos objetivos da terapia.
Público
A conceitualização 
de caso antecipa e 
aborda os 
problemas na 
terapia.
Toda a conceitualização possibilita que o 
terapeuta formule hipóteses sobre problemas 
que provavelmente surgirão na terapia. 
Por exemplo, pode-se esperar que um cliente 
avaliado para grupo de TCC que sofre de 
depressão com comorbidade com fobia social 
tenha crenças e temores que venham a 
interferir em sua participação na terapia de 
grupo. 
Público
A conceitualização 
de caso antecipa e 
aborda os 
problemas na 
terapia.
As possíveis crenças incluem: “A terapia de 
grupo não vai me ajudar porque eu sou menos
capaz do que os outros”, “As pessoas do grupo 
vão ver como eu sou inadequado”, ou “Eu vou 
ficar tão ansioso que vou ter vontade de 
escapar”.
Público
A conceitualização de 
caso nos ajuda a 
compreender a não 
resposta à terapia e 
sugere rotas 
alternativas para a 
mudança.
A não resposta pode, por exemplo, ser o 
resultado de uma desesperança permanente
ou de evitação firmemente estabelecida.
Público
A conceitualização de caso estrutura o pensamento e a 
discussão do supervisor e supervisionado.
A 
conceitualizaç
ão de caso 
possibilita 
supervisão e 
consulta de 
alta qualidade
Público
Público
Também chamada de Conceituação Cognitiva.
Explicar ao paciente o Modelo Cognitivo.
Usar exemplos cotidianos, ter certeza de que ele entendeu a relação 
entre pensamento, emoção e comportamento.
Fazer a conceitualização previamente e discuti-la com seu supervisor, 
caso tenha dúvidas.
Construir a conceituação com o paciente na sessão.
Antes da 
Conceitualizaç
ão Cognitiva
Público
Fazer na sessão 
algumas 
situações para 
que o
paciente 
identifique:
Situação / PA / 
Emoção e 
Comportamento.
Dar como tarefa 
de casa a 
identificação de 
outras
situações que 
geram sintomas 
ou incomodam o
paciente (de 
diferentes áreas 
da vida do 
paciente).
Deixar que ele 
registre no 
Diagrama de
Conceitualização 
Cognitiva as 
situações.
Fazer o 
significado do PA 
com o paciente 
na sessão.
Primeira Etapa da 
Conceitualização
Público
Após levantar várias situações, pedir que o paciente 
identifique o que elas têm em comum.
Mapa de conceitualização.
Com base no Significado do PA, deduzir junto com o 
paciente quais podem ser suas Crenças centrais.
Com base nas Crenças centrais deduzir as Crenças 
regra ou intermediárias.
Identificar as Estratégias compensatórias 
(mantenedoras e protetoras do Sistema de Crenças).
Segunda Etapa da 
Conceitualização
Público
Público
Tríade cognitiva Categorias a serem
levantadas
Relacionamentos
Interpessoais
Relacionamento
Familiar
Trabalho Passado Saúde Mental Religião
Sobre si
Situação 1: Discussões 
Conjugais 
Mudança de 
cidade 
Entrevistas de 
emprego 
Refletindo sobre o
passado
Refletindo sobre 
seus
sintomas
Aborto realizado
Pensamento
Automático (PA):
“Quero estar o 
tempo
todo controlando 
ele
(marido)”
“Eles me
abandonaram”
“Não me sinto
preparada e acho 
que
vou ser reprovada”
“Não sou quem eu
gostaria de ser”
“Gostaria de ser 
uma
pessoa que pensa 
uma
coisa pro resto da 
vida
ou até que provem 
o
contrário”.
“Eu perdi Deus e
minha família”
Significado do PA: Vulnerabilidade Abandono Incapacidade Inadequação Inadequação Vulnerabilidade
Emoção e Reação
fisiológica (RF):
Ansiedade Tristeza Ansiedade Tristeza Tristeza Tristeza
Comportamento: 
Interrogar e 
investigar
os 
comportamentos 
do
marido
Chorar e 
pensamentos
de desesperança
Não comparecer à
entrevista de 
empregoPensamentos de
desesperança
Pensamentos de
desesperança
Chorar e
pensamentos de
desesperança
Público
Tríade cognitiva Categorias a serem
levantadas
Relacionamentos
Interpessoais
Relacionamento
Familiar
Trabalho Passado Saúde Mental Religião
Sobre os 
outros/mundo
Situação 1: 
Relatando a época 
em
que mudou-se para
capital
Fim do seu 
primeiro
relacionamento
Entrevistas de 
emprego 
Pensando sobre 
seus
problemas 
emocionais
Pensando sobre as
pessoas que ela
considera normais
Pensamento
Automático (PA):
“O mundo é sujo” 
“Os outros me
descartam e
humilham”
“Os outros são 
melhores
que eu”
“Tem pessoas tão 
ruins
pra quem a vida dá
certo”
“Uma pessoa 
normal
tem um objetivo,
traça metas e vai
atrás... Parece que 
eu
levo uma surra 
todos
os dias”
Significado do PA: Inadequação e
Vulnerabilidade
Vulnerabilidade Os outros são mais
capazes
Inadequação Inadequação
Emoção e Reação
fisiológica (RF):
Raiva e Tristeza Raiva e Tristeza Ansiedade Tristeza Raiva e Tristeza
Comportamento: 
Lembrar fatos ruins 
do
passado
Procurar mais
evidencias que
comprove essa 
crença.
Não comparecer à
entrevista de 
emprego
Pensamentos de
desesperança
Pensamentos de
desesperança
Público
Tríade cognitiva Categorias a serem
levantadas
Relacionamentos
Interpessoais
Relacionamento
Familiar
Trabalho Passado Saúde Mental Religião
Sobre o futuro
Situação 1: Pensando sobre as expectativas para sua vida Situação 2: Pensando sobre si mesma
Pensamento
Automático (PA):
“Vejo o futuro muito sombrio” Pensamento
Automático (PA):
“Ou eu melhoro isso ou eu me 
mato”
Significado do PA: Desesperança Significado do PA: Desesperança
Emoção e Reação
fisiológica (RF):
Tristeza Emoção e Reação
fisiológica (RF):
Tristeza e culpa
Comportamento: Pensamentos de desesperança e ativação de lembranças 
negativas 
Comportamento: Ideação suicida
Público
Fazer o fechamento da conceitualização com o paciente, 
refletindo sobre como seu sistema de crenças atua na 
manutenção de seus sintomas.
Refletir sobre como as estratégias compensatórias se 
instalaram e quanto elas se repetem.
Correlacionar as situações atuais de vida com o sistema de 
crenças e com seu funcionamento.
Retomar a conceitualização sempre que possível no intuito de 
familiarizar o cliente com manter consciente o funcionamento 
do seu sistema de crenças.
Terceira Etapa da 
Conceitualização
Público
Exemplos de crenças 
centrais negativas
sobre si nas 
diferentes categorias
Público
Categorias de crenças centrais negativas
sobre si Exemplos de crenças centrais negativas sobre si
Desamparo
Sou incapaz, inadequado, ineficiente, fraco, 
descontrolado, uma vítima, vulnerável, sem recursos, 
passível de maus-tratos, inferior, um fracasso, um 
perdedor. Não consigo me proteger, não consigo mudar, 
não tenho atitude/objetivo, não sou bom o suficiente, não 
sou igual aos outros.
Desamor
Sou indesejável, indigno de amor, diferente, feio, 
defeituoso, imperfeito, monótono, negligenciado, 
rejeitado, abandonado, sozinho, relegado à própria sorte.
Não sou amado, querido, bom o suficiente para ser 
amado.
Desvalorização
Sou sem valor, inaceitável, mau, louco, derrotado, um 
nada, um lixo, cruel, perigoso, venenoso, maligno.
Não mereço viver, receber atenção.
Público
Série: Bates 
Motel 
Episódio 1 –
Primeira
Temporada
Público
ABREU, C. N., & GUILHARDI, H. (2004). Terapia comportamental e
cognitivocomportamental: Práticas clínicas. São Paulo: Roca.
BECK, A., FREEMAN, A., & DAVIS, D. D. (2005). Terapia cognitiva dos transtornos
de personalidade. Porto Alegre: Artmed.
BECK, J. S. (2013) Terapia cognitivo-comportamental. Artmed Editora.
DODSON, D. & DODSON, K. S. (2010). A terapia cognitivo-comportamental baseado
em evidências. Porto Alegre: Artmed.
FREEMAN, A. (2004). Terapia cognitivo-comportamental em grupo para populações e
problemas específicos. São Paulo: Roca.
HOFMANN, S. G. (2014). Introdução à terapia cognitivo-comportamental contemporânea. 
Artmed Editora.
KNAPP, P. (2004). Terapia cognitivo-comportamental na prática psiquiátrica. Porto
Alegre: Artmed.
KUYKEN, W., PADESKY, C. A., & DUDLEY, R. (2009). Conceitualização de casos
colaborativa: O trabalho em equipe com pacientes em terapia cognitivocomportamental. 
Artmed Editora.
Refe-
rências
Público
LEAHY, R. L. (2018) Técnicas de Terapia Cognitiva-: Manual do Terapeuta. Artmed
Editora.
MCMULLIN, R. E. (2005). Manual de técnicas em terapia cognitiva. Porto Alegre:
Artmed.
NEUFELD, Carmem Beatriz; CAVENAGE, Carla Cristina. Conceitualização cognitiva de caso: 
uma proposta de sistematização a partir da prática clínica e da formação de terapeutas cognitivo-
comportamentais. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, v. 6, n. 2, p. 3-36, 2010.
RANGÉ, B. (2011). Psicoterapias cognitivo-comportamentais: um diálogo com a
psiquiatria. Artmed Editora.
SANTOS, P. L. (2018). Terapias comportamentais de terceira geração: Disseminação
aos falantes de língua portuguesa, validade transcultural e aplicabilidade no Brasil. Tese de 
Doutorado. 00500:: Universidade de Coimbra.
WENZEL, A. (2018) Inovações em terapia cognitivo-comportamental: intervenções
estratégicas para uma prática criativa. Artmed Editora.
WRIGHT, J. H., BROWN, G. K., THASE, M. E., & BASCO, M. R. (2018). Aprendendo a Terapia 
Cognitivo-Comportamental-: Um Guia Ilustrado. Artmed Editora.
YOUNG, J. (2003). Terapia cognitiva para transtornos de personalidade: Uma abordagem 
focada no esquema. Porto Alegre: Artmed.
Refe-
rências
Público
Obrigada.
	Default Section
	Slide 1
	Slide 2: Conceitualização cognitiva
	Slide 3
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11
	Slide 12
	Slide 13
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
	Slide 33
	Slide 34
	Slide 35
	Slide 36
	Slide 37
	Slide 38

Mais conteúdos dessa disciplina