INVESTIMENTOS_1_POR_PAGINA
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Investimentos
— Critérios de avaliação
— Base legal:
— Lei nº 6.404/76 (alterada pelas Leis nºs 11.638/07 e 11.941/09), 
art. 183, I, III e VI e § 1º, art. 243, §§ 1º, 2º, 3º, 4º.
— Métodos:
— Método de Custo
— Método de Valor Justo
— Método da Equivalência Patrimonial
— O Método da Equivalência Patrimonial será utilizado 
para os Investimentos permanentes em coligadas e 
controladas, os demais métodos utilizados para outros 
investimentos.
1Profº Anailson Gomes 
Investimentos
— Classificação no balanço
FONTE: IUDÍCIBUS, et al, (2010, p. 152)
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BALANÇO PATRIMONIAL
ATIVO PASSIVO
CIRCULANTE
NÃO CIRCULANTE
REALIZÁVEL A LONGO 
PRAZO
INVESTIMENTOS
IMOBILIZADO
INTANGÍVEL
CIRCULANTE
NÃO CIRCULANTE
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
CAPITAL
RESERVAS
PREJUÍZOS ACUMULADOS
Profº Anailson Gomes
Investimentos
Natureza das Contas
— Classificam \u201cem investimentos: as participações 
permanentes em outras sociedades e os direitos de 
qualquer natureza, não classificáveis no ativo circulante, 
e que não se destinem a manutenção da atividade da 
companhia ou da empresa\u201d. (Lei 6.404/76, art. 179, III)
— E não classificáveis no Realizável a Longo Prazo.
— Participações Permanentes em outras Sociedades
— Capital Social (ações ou quotas)
— Investimentos Voluntários
— Investimentos com Incentivos Fiscais
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Investimentos
Natureza das Contas
— Propriedades para Investimentos
— CPC 28 \u2013 é a propriedade (terrenos ou edifício) mantida para 
obter rendas ou para valorização do capital ou para ambas, e 
não para : (a) uso na produção ou fornecimento de bens ou 
serviços ou para finalidades administrativas; ou (b) venda no 
curso ordinário do negócio.
— Preferencialmente avaliadas pelo valor justo, mas podem 
também ser avaliadas ao custo.
— Outros Investimentos Permanentes
— Imóveis mantidos sem produção de renda e destinados a uso 
futuro.
— Obras de arte
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Investimentos
Modelo do Plano de Contas
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
INVESTIMENTOS TEMPORÁRIOS A LONGO PRAZO
Aplicações em Títulos e Valores Mobiliários
Aplicações em Instrumentos Patrimoniais de outra Sociedade
Depósitos para Investimentos com Incentivos Fiscais
(subconta por fundo: Finor, Finan ou Funers)
Participações em Fundos de Investimentos
(subconta por fundo: Finor, Finan ou Funers)
Perdas Estimadas (conta credora)
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Investimentos
— Modelo do Plano de Contas
PARTICIPAÇÕES PERMANENTES EM OUTRAS SOCIEDADES
AVALIADAS POR EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL
Valor da Equivalência Patrimonial
Participações em Controladas (conta por empresa)
Participações em Controladas em conjunto (conta por empresa)
Participações em Coligadas (conta por empresa)
Participações em Sociedades do Grupo (conta por empresa)
Mais-valia sobre os Ativos das Investidas
Ágio (Goodwill) sobre os Investimentos (conta por empresa)
Perdas Estimadas (conta credora)
Avaliadas pelo Valor Justo
Participações em outras sociedades (conta por empresa)
Avaliadas pelo Custo
Participações em outras sociedades (conta por empresa)
Perdas Estimadas (conta credora)
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Investimentos
—Modelo do Plano de Contas
PROPRIEDADES PARA INVESTIMENTO
Avaliadas pelo Valor Justo
Propriedades para Investimentos
Avaliadas pelo Custo
Propriedades para Investimentos
Depreciação Acumulada (conta credora)
Perdas Estimadas (conta credora)
OUTROS INVESTIMENTOS PERMANENTES
Ativos para Futura Utilização
Obras de Arte
Perdas Estimadas (conta credora)
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Investimentos em Coligadas e Controladas
— De acordo co os Pronunciamentos Técnicos do CPC, as 
aplicações em participações no capital de outras 
sociedades, devem ser contabilizadas de acordo com a 
essência do relacionamento entre investidor e investida 
(IUDÍCIBUS, et al, 2010, p. 169).
— Pouca ou Nenhuma Influência, trata-se como ativo 
financeiro (CPC 38) \u2013 Instrumentos Financeiros \u2013 Avaliada 
pelo Valor Justo.
— Influência Significativa sobre a Investida (CPC 18) 
Ivenstimentos em Coligadas \u2013 Avaliada pelo MEP.
— Controle Conjunto sobre a Investida - joint venture (CPC 
19) Participações em Empreendimentos Conjuntos \u2013 Avaliada 
pelo MEP.
— Controle sobre a Investida (CPC 15) Combinação de 
negócios e (CPC 36) Demonstrações Consolidadas \u2013 MEP
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Investimentos em Coligadas e Controladas
— Pelo disposto na Lei 6.404/76, nas demonstrações 
contábeis individuais do controlador, os investimentos 
em coligadas, em controladas e em controladas em 
conjunto devem ser avaliados pelo método da 
equivalência patrimonial (MEP).
— MEP \u2013 as empresas reconhecem os resultados de seus 
investimentos nas investidas no momento em que tais 
resultados são gerados naquelas empresas, e não somente 
no momento em que são distribuídos na forma de 
dividendos, como ocorre no método de custo.
— MEP \u2013 acompanha o fato econômico (geração do resultado 
e não a formalidade de distribuição de tal resultado).
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Investimentos em Coligadas e Controladas
Fonte: FIPECAFI, Manual de contabilidade societária. São Paulo: Atlas, 2010, p. 169. 
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Controle 
Conjunto
Pouca/Nenhuma 
Influência
Valor Justo 
(ou Custo)
Controle Influência Significativa
Equivalência 
Patrimonial
Consolidação 
Proporcional
Consolidação 
Integral
Cenários
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Investimentos em Coligadas e Controladas
— Aplicação do MEP
— Lei 6.404/76, art. 248. \u201cNo balanço patrimonial da 
companhia, os investimentos em coligadas ou em 
controladas e em outras sociedades que façam parte 
de um mesmo grupo ou estejam sob controle 
comum serão avaliados pelo método da equivalência 
patrimonial\u201d.
— Legislação Fiscal (art. 384 do RIR/99) \u2013 conceitos 
divergentes com a legislação societária (não atualizada).
— Decreto Lei nº 1.598/77 exige, das empresas tributadas 
pelo lucro real, a total obediência à Lei das S.A. 
(IUDÍCIBUS et al. 2010, p. 172).
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Investimentos em Coligadas e Controladas
— Conglomerado com controladas que detenham 
participações pequenas de empresas que são controladas da 
controladora comum - MEP
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 Empresa 
 A 
 
 
 
100% 
80% 
70% 
 
 
Empresa 
 B 
 Empresa 
 C 
 Empresa 
 D 
 
60% 
 
 
 
5% 
8% 12% 
 
 
 Empresa 
 E 
 
Fonte: IUDÍCIBUS et al. Manual de Contabilidade Societária, São Paulo, 2011, p.171. 
 
Profº Anailson Gomes
Investimentos em Coligadas e Controladas
— Sociedades Coligadas \u2013 \u201c São coligadas as sociedades nas 
quais a investidora tenha influência significativa\u201d (art. 243, 
§ 1º).
— Influência Significativa \u2013 \u201cConsidera-se que há influência 
significativa quando a investidora detém ou exerce o poder de 
participar nas decisões das políticas financeira ou operacional 
da investida, sem controlá-la\u201d (art. 243 § 4º).
— Influência Significativa \u2013 \u201co poder de participar nas 
decisões das políticas financeira ou operacional de uma 
entidade, sem controla de forma individual ou conjunta essas 
políticas\u201d (CPC 18).
— É presumida influência significativa - \u201cquando a 
investidora for titular de 20% (vinte por cento) ou mais do 
capital votante da investida, sem controlá-la\u201d (art. 243 § 5º).
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Investimentos em Coligadas e Controladas
Técnica do Método da Eq. Patrimonial
— O Valor do Investimento é determinado no final do 
exercício mediante aplicação, sobre o valor do PL da 
Coligada e Controlada, da percentagem de participação 
em seu CAPITAL.
— Exemplo:
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Empresa Lucro Líquido % de Participação Equivalência Valor Contábil Valor Contábil
Apurado no Capital Patrimonial Inicial Final
Empresa B 958.773 15% 143.816