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De acordo com a mais recente declaração de consenso do ACVIM (American College of Veterinary Internal Medicine) sobre a leptospirose em cães, qual é a estratégia antimicrobiana sequencial tradicionalmente recomendada para o tratamento de cães com leptospirose suspeita ou confirmada, visando tanto a supressão da fase de bacteremia quanto a eliminação do estado de portador renal?
a) Início com Clindamicina via oral por 7 dias seguido da Ampicilina pela via intravenosa se o paciente não melhorar.
b) Terapia inicial apenas com Doxiciclina por 7 dias, pois a administração de penicilina pode induzir uma reação de Jarisch-Herxheimer grave.
c) Uma penicilina intravenosa (como a ampicilina, amoxicilina ou penicilina G) para suprimir a bacteremia sistêmica, seguida pela Doxiciclina oral por 2 semanas para evitar a persistência intrarrenal.
d) Uso exclusivo de Cefalosporinas de terceira geração, como a Ceftriaxona, preferencialmente pela via intravenosa por 10 dias, uma vez que elas são eficazes tanto na fase sistêmica quanto na eliminação renal.
e) Tratamento empírico inicial com Doxiciclina por 7 dias. Caso o diagnóstico seja confirmado, deve-se proceder até o 28º dia seguido de um Aminoglicosídeo (como Estreptomicina) para otimizar a eliminação renal.
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Praticando Para o Saber

há 5 dias

Respostas

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há 5 dias

A estratégia antimicrobiana tradicionalmente recomendada pelo ACVIM para o tratamento da leptospirose em cães envolve: - Início com uma penicilina intravenosa (ampicilina, amoxicilina ou penicilina G) para suprimir a bacteremia sistêmica. - Em seguida, uso de doxiciclina oral por cerca de 2 semanas para eliminar o estado de portador renal. Essa abordagem visa controlar a fase aguda da infecção e prevenir a persistência renal da bactéria. Portanto, a alternativa correta é: c) Uma penicilina intravenosa (como a ampicilina, amoxicilina ou penicilina G) para suprimir a bacteremia sistêmica, seguida pela Doxiciclina oral por 2 semanas para evitar a persistência intrarrenal.

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Craque NetoCraque Neto

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De acordo com as diretrizes Brasileish 2025, o estadiamento clínico da Leishmaniose Canina (LCan) é fundamental para a escolha do protocolo terapêutico. Qual das alternativas a seguir descreve corretamente as características clínicas e o tratamento recomendado para um cão classificado no estádio III (Doença Leve)?
a) O cão apresenta Anticorpos presentes e PCR/parasitológico positivo, mas é clinicamente sadio, sem anormalidades laboratoriais, e o tratamento recomendado é o uso de leishmanicida (Miltefosina) associado ao leishmaniostático (Alopurinol) e imunomodulação.
b) O cão apresenta sinais evidentes de anemia, hipergamaglobulinemia e alterações renais compatíveis com Doença Renal Crônica em estádio 1 ou 2 da IRIS, exigindo o protocolo de Imunomodulação, leishmaniostático e leishmanicida, com prognóstico reservado a pobre.
c) O cão apresenta linfadenopatia, dermatite papular e emagrecimento discreto, com perfil renal (ureia, creatinina e SDMA - dimetilarginina simétrica) normal, e o protocolo terapêutico recomendado é a Imunomodulação associada ao leishmaniostático e ao leishmanicida.
d) O cão é classificado como "Exposto" (estádio I), com Serologia positiva, mas Parasitológico e Molecular negativos, sendo o tratamento obrigatório composto por Alopurinol (leishmaniostático) por 12 meses.
e) O cão apresenta sinais graves como tromboembolismo pulmonar e/ou síndrome nefrótica com Doença Renal Crônica no estádio 3 ou 4 da IRIS, mas devido a ausência de anormalidades laboratoriais, o tratamento recomendado é apenas o monitoramento.