Prévia do material em texto
DIREITOS DAS COISAS PROF. GHISLAINE ALVES CURSO DE FÉRIAS Recapitulando... Direitos reais sobre a coisa alheia Direito real do promitente comprador Direitos reais de garantia Penhor Recapitulando... DIREITOS REAIS COISA PRÓPRIA COISA ALHEIA GARANTIA À COISA GOZO/FRUIÇÃO Propriedade Penhor Hipoteca Anticrese Promessa de compra e venda Superfície, servidão, usufruto, uso, habitação, concessão para moradia e de uso, laje 3 Introdução Art. 1.225. São direitos reais: I - a propriedade; II - a superfície; III - as servidões; IV - o usufruto; V - o uso; VI - a habitação; VII - o direito do promitente comprador do imóvel; VIII - o penhor; IX - a hipoteca; X - a anticrese. XI - a concessão de uso especial para fins de moradia; XII - a concessão de direito real de uso; e XIII - a laje. Hipoteca Hipoteca é o “direito real acessório de garantia, mantém os mesmos preceitos da última fase do Direito Romano”. Venosa A hipoteca é uma garantia real de natureza civil que possui como objeto bens imóveis, aeronaves e navios, pertencentes ao devedor ou a terceiro que visa assegurar o recebimento de um crédito ou dívida mesmo não sendo entregue ao credor. Hipoteca Partes: Credor hipotecário: em favor de quem é instituída a garantia Devedor hipotecário: o sujeito que concede o bem em garantia de uma dívida OBS: um terceiro também pode prestar a garantia em favor de alguém. Hipoteca Partes: Credor hipotecário: em favor de quem é instituída a garantia Devedor hipotecário: o sujeito que concede o bem em garantia de uma dívida OBS: um terceiro também pode prestar a garantia em favor de alguém. Hipoteca Características: Indivisibilidade (regra) Art. 1.488 (exceção) proteção da boa-fé Direito acessório Sequela (art. 1.475) Hipoteca AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO PRIVADO NÃO ESPECIFICADO. AÇÃO DE EXECUÇÃO. HIPOTECA. ALIENAÇÃO DE IMÓVEL HIPOTECADO. PENHORA. A alienação de imóvel hipotecado é lícita, prevalecendo, porém, os direitos do credor hipotecário, o qual pode buscar, inclusive, a penhora do bem no caso de inadimplemento da dívida. Na hipótese dos autos, tratando-se de imóvel hipotecado, a sua alienação não configura fraude à execução, mas o credor hipotecário permanece com o direito de obter a constrição do bem para pagamento da dívida inadimplida. Penhora realizada nos autos da execução mantida hígida. AGRAVO DE INSTRUMENTO PARCIALMENTE PROVIDO. (Agravo de Instrumento Nº 70077371292, Décima Nona Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Marco Antonio Angelo, Julgado em 23/08/2018). Hipoteca Características: Indivisibilidade (regra) Art. 1.488 (exceção) proteção da boa-fé Direito acessório Sequela (art. 1.475) Hipoteca Espécie da hipoteca Convencional Legal Judiciária Hipoteca Legal Art. 1.489. A lei confere hipoteca: I - às pessoas de direito público interno (art. 41) sobre os imóveis pertencentes aos encarregados da cobrança, guarda ou administração dos respectivos fundos e rendas; II - aos filhos, sobre os imóveis do pai ou da mãe que passar a outras núpcias, antes de fazer o inventário do casal anterior; III - ao ofendido, ou aos seus herdeiros, sobre os imóveis do delinqüente, para satisfação do dano causado pelo delito e pagamento das despesas judiciais; IV - ao co-herdeiro, para garantia do seu quinhão ou torna da partilha, sobre o imóvel adjudicado ao herdeiro reponente; V - ao credor sobre o imóvel arrematado, para garantia do pagamento do restante do preço da arrematação. Hipoteca Judiciária CPC. Art. 495. A decisão que condenar o réu ao pagamento de prestação consistente em dinheiro e a que determinar a conversão de prestação de fazer, de não fazer ou de dar coisa em prestação pecuniária valerão como título constitutivo de hipoteca judiciária. § 1º A decisão produz a hipoteca judiciária: I - embora a condenação seja genérica; II - ainda que o credor possa promover o cumprimento provisório da sentença ou esteja pendente arresto sobre bem do devedor; III - mesmo que impugnada por recurso dotado de efeito suspensivo. Hipoteca Judiciária § 2º A hipoteca judiciária poderá ser realizada mediante apresentação de cópia da sentença perante o cartório de registro imobiliário, independentemente de ordem judicial, de declaração expressa do juiz ou de demonstração de urgência. § 3º No prazo de até 15 (quinze) dias da data de realização da hipoteca, a parte informá-la-á ao juízo da causa, que determinará a intimação da outra parte para que tome ciência do ato. § 4º A hipoteca judiciária, uma vez constituída, implicará, para o credor hipotecário, o direito de preferência, quanto ao pagamento, em relação a outros credores, observada a prioridade no registro. Hipoteca Objeto da hipoteca: Imóveis e seus acessórios Ex: uma fazenda (imóvel) com sistema mecânico de irrigação (acessório) Hipoteca Objeto da hipoteca: Domínio direto: caso do poder conferido ao senhorio na extinta enfiteuse Domínio útil: caso do poder conferido ao enfiteuta na extinta enfiteuse Hipoteca Objeto da hipoteca: Estradas de ferro: compreende a estrutura (trilhos), oficinas, estações, linhas telegráficas, vagões, locomotivas e carros. Recursos naturais do art. 1.230: apenas aqueles de emprego imediato na construção civil. Hipoteca Objeto da hipoteca: Navios: mesmo sendo móveis, podem ser identificados e individualizados, com registro peculiar. Deverá ser feita no Tribunal Marítimo, sob pena de não valer contra terceiros. Hipoteca Objeto da hipoteca: Aeronaves: mesma linha dos navios. Código Brasileiro de Aeronáutica: Art. 138. Poderão ser objeto de hipoteca as aeronaves, motores, partes e acessórios de aeronaves, inclusive aquelas em construção. Hipoteca Objeto da hipoteca: Direito de uso especial para fins de moradia: confere ao titular o uso de um imóvel público com a finalidade de morar. Direito real de uso: confere ao titular o direito de usar e perceber os frutos do imóvel na medida de suas necessidades e de sua família. Hipoteca Objeto da hipoteca: A propriedade superficiária: é o direito que o titular tem de construir ou de plantar em terreno alheio, por tempo determinado, mediante escritura pública e registro. Hipoteca Registro da hipoteca: Art. 1.492. As hipotecas serão registradas no cartório do lugar do imóvel, ou no de cada um deles, se o título se referir a mais de um. Parágrafo único. Compete aos interessados, exibido o título, requerer o registro da hipoteca. Hipoteca Registro da hipoteca: Art. 1.493. Os registros e averbações seguirão a ordem em que forem requeridas, verificando-se ela pela da sua numeração sucessiva no protocolo. (princípio da prioridade) Parágrafo único. O número de ordem determina a prioridade, e esta a preferência entre as hipotecas. Hipoteca É possível se adquirir imóvel hipotecado? Hipoteca É possível se adquirir imóvel hipotecado? Art. 1.479. O adquirente do imóvel hipotecado, desde que não se tenha obrigado pessoalmente a pagar as dívidas aos credores hipotecários, poderá exonerar-se da hipoteca, abandonando-lhes o imóvel. Hipoteca Extinção da hipoteca: Art. 1.499. A hipoteca extingue-se: I - pela extinção da obrigação principal; II - pelo perecimento da coisa; III - pela resolução da propriedade; (art. 127 CC) Hipoteca Extinção da hipoteca: Art. 1.499. A hipoteca extingue-se: IV - pela renúncia do credor; V - pela remição; VI - pela arrematação ou adjudicação. Hipoteca Extinção da hipoteca: Art. 1.500. Extingue-se ainda a hipoteca com a averbação, no Registro de Imóveis, do cancelamento do registro, à vista da respectiva prova. Art. 1.501. Não extinguirá a hipoteca, devidamente registrada, a arrematação ou adjudicação, sem que tenham sido notificados judicialmente os respectivos credores hipotecários, que não forem de qualquer modo partes na execução. Hipoteca Extinção da hipoteca (Perempção): Art. 1.485. Mediante simples averbação, requerida por ambas as partes, poderáprorrogar-se a hipoteca, até 30 (trinta) anos da data do contrato. Desde que perfaça esse prazo, só poderá subsistir o contrato de hipoteca reconstituindo-se por novo título e novo registro; e, nesse caso, lhe será mantida a precedência, que então lhe competir. Anticrese “Enquanto no penhor típico se transfere a posse da coisa ao credor, que dela não pode se utilizar, e na hipoteca o bem continua na posse do devedor, na anticrese o credor assume necessariamente a posse do bem para usufruir seus frutos, a fim de amortizar a dívida ou receber juros”. Venosa. Anticrese Art. 1.506. Pode o devedor ou outrem por ele, com a entrega do imóvel ao credor, ceder-lhe o direito de perceber, em compensação da dívida, os frutos e rendimentos. Anticrese § 1 o É permitido estipular que os frutos e rendimentos do imóvel sejam percebidos pelo credor à conta de juros, mas se o seu valor ultrapassar a taxa máxima permitida em lei para as operações financeiras, o remanescente será imputado ao capital. § 2 o Quando a anticrese recair sobre bem imóvel, este poderá ser hipotecado pelo devedor ao credor anticrético, ou a terceiros, assim como o imóvel hipotecado poderá ser dado em anticrese. Anticrese Art. 1.507. O credor anticrético pode administrar os bens dados em anticrese e fruir seus frutos e utilidades, mas deverá apresentar anualmente balanço, exato e fiel, de sua administração. Anticrese Art. 1.508. O credor anticrético responde pelas deteriorações que, por culpa sua, o imóvel vier a sofrer, e pelos frutos e rendimentos que, por sua negligência, deixar de perceber. Art. 1.509. O credor anticrético pode vindicar os seus direitos contra o adquirente dos bens, os credores quirografários e os hipotecários posteriores ao registro da anticrese. Anticrese Art. 1.510. O adquirente dos bens dados em anticrese poderá remi-los, antes do vencimento da dívida, pagando a sua totalidade à data do pedido de remição e imitir-se-á, se for o caso, na sua posse. Direito de Laje Último direito real inserido no Código Civil, com redação dada pela Lei 13.465/2017 Consiste no direito real sobre a unidade imobiliária autônoma existente acima ou abaixo da propriedade de outrem É o reconhecimento legal ao “puxadinho” Direito de Laje “O direito de laje consiste em uma prática resultante da necessidade de institucionalizar arranjos que empreendam segurança para as formas de morar, oriundas da autoconstrução. Foram as próprias práticas que consolidaram regras socializadas na favela que ditaram as maneiras de como construir e como negociar” Direito de Laje Art. 1.510-A. O proprietário de uma construção-base poderá ceder a superfície superior ou inferior de sua construção a fim de que o titular da laje mantenha unidade distinta daquela originalmente construída sobre o solo. § 1 o O direito real de laje contempla o espaço aéreo ou o subsolo de terrenos públicos ou privados, tomados em projeção vertical, como unidade imobiliária autônoma, não contemplando as demais áreas edificadas ou não pertencentes ao proprietário da construção-base Direito de Laje § 2 o O titular do direito real de laje responderá pelos encargos e tributos que incidirem sobre a sua unidade. § 3 o Os titulares da laje, unidade imobiliária autônoma constituída em matrícula própria, poderão dela usar, gozar e dispor. Direito de Laje Art. 1.510-B. É expressamente vedado ao titular da laje prejudicar com obras novas ou com falta de reparação a segurança, a linha arquitetônica ou o arranjo estético do edifício, observadas as posturas previstas em legislação local. Direito de Laje Art. 1.510-C. Sem prejuízo, no que couber, das normas aplicáveis aos condomínios edilícios, para fins do direito real de laje, as despesas necessárias à conservação e fruição das partes que sirvam a todo o edifício e ao pagamento de serviços de interesse comum serão partilhadas entre o proprietário da construção-base e o titular da laje, na proporção que venha a ser estipulada em contrato. Direito de Laje Art. 1.510-D. Em caso de alienação de qualquer das unidades sobrepostas, terão direito de preferência, em igualdade de condições com terceiros, os titulares da construção-base e da laje, nessa ordem, que serão cientificados por escrito para que se manifestem no prazo de trinta dias, salvo se o contrato dispuser de modo diverso. Conc. de uso especial para fins de moradia É regulada por legislação especial. MP 2.220/2001 com modificações da Lei 13.467/2017. Trata-se de um direito que confere ao seu titular o uso de imóvel público (portanto, não passível de usucapião), em caráter real, com a finalidade de morar. Finalidade: direito social à moradia. Conc. de uso especial para fins de moradia Art. 1o Aquele que, até 22 de dezembro de 2016, possuiu como seu, por cinco anos, ininterruptamente e sem oposição, até duzentos e cinquenta metros quadrados de imóvel público situado em área com características e finalidade urbanas, e que o utilize para sua moradia ou de sua família, tem o direito à concessão de uso especial para fins de moradia em relação ao bem objeto da posse, desde que não seja proprietário ou concessionário, a qualquer título, de outro imóvel urbano ou rural. Conc. de uso especial para fins de moradia § 1o A concessão de uso especial para fins de moradia será conferida de forma gratuita ao homem ou à mulher, ou a ambos, independentemente do estado civil. § 2o O direito de que trata este artigo não será reconhecido ao mesmo concessionário mais de uma vez. § 3o Para os efeitos deste artigo, o herdeiro legítimo continua, de pleno direito, na posse de seu antecessor, desde que já resida no imóvel por ocasião da abertura da sucessão. Conc. de uso especial para fins de moradia Art. 2o Nos imóveis de que trata o art. 1o, com mais de duzentos e cinquenta metros quadrados, ocupados até 22 de dezembro de 2016, por população de baixa renda para sua moradia, por cinco anos, ininterruptamente e sem oposição, cuja área total dividida pelo número de possuidores seja inferior a duzentos e cinquenta metros quadrados por possuidor, a concessão de uso especial para fins de moradia será conferida de forma coletiva, desde que os possuidores não sejam proprietários ou concessionários, a qualquer título, de outro imóvel urbano ou rural. Conc. de uso especial para fins de moradia § 1o O possuidor pode, para o fim de contar o prazo exigido por este artigo, acrescentar sua posse à de seu antecessor, contanto que ambas sejam contínuas. § 2o Na concessão de uso especial de que trata este artigo, será atribuída igual fração ideal de terreno a cada possuidor, independentemente da dimensão do terreno que cada um ocupe, salvo hipótese de acordo escrito entre os ocupantes, estabelecendo frações ideais diferenciadas. § 3o A fração ideal atribuída a cada possuidor não poderá ser superior a duzentos e cinqüenta metros quadrados. Conc. de uso especial para fins de moradia Art. 8o O direito à concessão de uso especial para fins de moradia extingue-se no caso de: I - o concessionário dar ao imóvel destinação diversa da moradia para si ou para sua família; ou II - o concessionário adquirir a propriedade ou a concessão de uso de outro imóvel urbano ou rural. Parágrafo único. A extinção de que trata este artigo será averbada no cartório de registro de imóveis, por meio de declaração do Poder Público concedente. Conc. de Direito Real de Uso É regulada por legislação especial. Art. 7º do D.L. 271/1967 Trata-se de um direito real assemelhado à propriedade, pelo qual o concessionário poderá usar o imóvel para finalidades úteis, socialmente relevantes. Escopo mais amplo Conc. de Direito Real de Uso Art. 7o É instituída a concessão de uso de terrenos públicos ou particulares remunerada ou gratuita, por tempo certo ou indeterminado, como direito real resolúvel, para fins específicos de regularização fundiária de interesse social, urbanização, industrialização, edificação, cultivo da terra, aproveitamentosustentável das várzeas, preservação das comunidades tradicionais e seus meios de subsistência ou outras modalidades de interesse social em áreas urbanas. Conc. de Direito Real de Uso § 1º A concessão de uso poderá ser contratada, por instrumento público ou particular, ou por simples têrmo administrativo, e será inscrita e cancelada em livro especial. § 2º Desde a inscrição da concessão de uso, o concessionário fruirá plenamente do terreno para os fins estabelecidos no contrato e responderá por todos os encargos civis, administrativos e tributários que venham a incidir sôbre o imóvel e suas rendas. § 3º Resolve-se a concessão antes de seu têrmo, desde que o concessionário dê ao imóvel destinação diversa da estabelecida no contrato ou têrmo, ou descumpra cláusula resolutória do ajuste, perdendo, neste caso, as benfeitorias de qualquer natureza. Propriedade incorpórea Propriedade intelectual: Propriedade industrial Direitos autorais Propriedade incorpórea A propriedade intelectual é a área do Direito que, por meio de leis, garante a inventores ou responsáveis por qualquer produção do intelecto – seja nos domínios industrial, científico, literário ou artístico – o direito de obter, por um determinado período de tempo, recompensa pela própria criação. Propriedade incorpórea Propriedade industrial: que inclui as patentes (invenções), marcas, desenho industrial, indicação geográfica e proteção de cultivares; Direitos autorais: abrangem trabalhos literário e artísticos, e cultura imaterial como romances, poemas, peças, filmes, música, desenhos, símbolos, imagens, esculturas, programas de computador, internet, entre outros. Propriedade incorpórea Propriedade industrial: Os direitos de propriedade industrial são relacionados basicamente às criações voltadas para indústria – todas essas são protegidas por patentes. Desenhos industriais, marcas, nomes comerciais, indicação geográfica de produtos e serviços e o segredo empresarial: todos são protegidos pela Lei 9.279/96. É importante lembrar que esses direitos dependem de requisição e análise do Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI. Propriedade incorpórea Direitos autorais: Já os direitos autorais são relacionados basicamente à proteção das obras intelectuais literárias, artísticas e científicas, assim como os programas de computador (essas questões são regidas pelas Leis 9609 e 9610/98). A proteção dos direitos autorais não depende de registro, e poderá ser comprovada por documentos, fotos e outros materiais. É possível fazer o requerimento do registro de obras de direito autoral perante alguns órgãos, como a Biblioteca Nacional e a Escola de Belas Artes, para comprovar suas autorias. Propriedade incorpórea O uso indevido de direitos de propriedade industrial e intelectual de terceiros pode gerar muitos problemas. O principal deles talvez seja a indenização por eventuais danos morais e materiais. Além disso, o uso proposital de direitos de terceiros para confundir ou desviar consumidores, ou mesmo associar-se indevidamente aos direitos de terceiros, pode ser considerado crime contra a concorrência. Neste caso, além da indenização, poderá ser aplicada uma pena criminal. Até a próxima! image1.png image2.jpeg image3.jpeg